Feito por dono de bar, para donos de bares e restaurantes

O sistema trabalha para você. Não você para ele.

O Libertário toma conta da parte burocrática da casa: comanda, caixa, estoque, contas e os números que você normalmente só descobre no fim do mês. O tempo que sobra volta para onde ele rende, que é o salão.

O mapa de mesas do Libertário no modo escuro, com as mesas ocupadas, o valor de cada comanda e o menu do sistema à esquerda. A mesma tela de mapa de mesas no modo claro.

A casa escolhe: escuro para o salão à noite, claro para o escritório de dia. Cada pessoa da equipe decide o dela, no próprio aparelho.

Abre no celular que a sua equipe já tem

Continua vendendo quando a internet cai

Imprime na térmica que a casa já usa

Ninguém abriu um bar para passar a madrugada digitando.

Enquanto o dono está no computador conferindo planilha, não tem ninguém olhando o salão. O Libertário existe para devolver essa hora.
Por que existe

Nasceu atrás do balcão

O Libertário não saiu de uma reunião de produto. Saiu da rotina de quem tem bar: a comanda que sumiu, o estoque que ninguém contou, a planilha que só o dono entende e o fechamento que empurra o sono para depois das três da manhã.

Quem escreveu este sistema também fecha caixa. É por isso que cada tela aqui resolve um problema que já deu dor de cabeça de verdade, e não um item de lista de recursos.

Quando uma tela dá mais trabalho do que o caderninho do balcão, ela está errada. E aí ela é refeita.

As três perguntas que toda tela precisa passar

  • Cabe na mão de quem está em pé, com pressa?
  • Dá para fazer isso com o salão cheio, numa sexta à noite?
  • Isso poupa tempo do dono, ou só transfere o trabalho para ele?
Como o sistema se paga

Um pedido, quatro paradas, nenhuma digitação a mais

O chope que o garçom lançou na mesa 5 é o mesmo que sai do barril no estoque e o mesmo que aparece no relatório de amanhã. Ninguém redigita nada no caminho, e é daí que vem o tempo que sobra.

Na mesa

O garçom lança pelo celular, ou o cliente pede pelo QR da mesa.

Na produção

O item cai na tela do bar ou da cozinha, com o tempo correndo.

No caixa

A conta já está pronta quando o cliente pede para fechar.

Na retaguarda

Estoque, custo, financeiro e relatório se acertam sozinhos.

O dia a dia

O que ele tira das suas costas

As telas abaixo são do sistema rodando, sem maquiagem. Clique em qualquer uma para ver de perto. E a casa liga só o que usa: quem não faz entrega nem vê a tela de entrega.

A comanda da mesa aberta, com os itens lançados, o consumo individual e o total da conta.

A comanda para de sumir

O garçom lança na mesa e o pedido já está na cozinha e na conta. A qualquer hora dá para ver o que a mesa pediu e quanto está.

A tela da cozinha e do bar, com uma coluna para cada estação de produção e o tempo de cada ficha.

A cozinha enxerga a fila

Cada item cai na tela da estação que vai preparar. A expedição mostra o que está demorando antes de o cliente reclamar.

O PDV de balcão, com a grade de produtos à esquerda e a venda sendo montada à direita.

Balcão sem abrir mesa

Quem só quer a cerveja e a conta passa direto: lança, cobra, imprime. O leitor de código funciona sem configurar nada.

A tela do caixa, com o total do turno, o que já foi recebido por forma de pagamento e o que está na rua.

O caixa fecha sem discussão

Fundo de troco, sangria, suprimento e fechamento cego. O operador conta, o sistema compara, e a diferença aparece com nome e hora.

A posição de estoque, com o saldo de cada insumo por almoxarifado, o mínimo e o custo médio.

O estoque desconta sozinho

Vendeu o chope, saiu do barril. A nota do fornecedor atualiza o custo, e o inventário vira uma contagem, não uma novela.

A ficha técnica de um chope, mostrando custo da ficha, preço de referência e a margem em reais.

Você sabe quanto custa o seu prato

A ficha soma o que vai no copo e no prato e mostra a margem real. Subiu o preço do fornecedor, o custo sobe junto, sem você refazer conta nenhuma.

O DRE gerencial do período, com receita líquida, margem bruta e margem operacional em destaque.

As contas do mês num lugar só

A pagar, a receber, o fiado do cliente, a conciliação do banco e o DRE. Sem planilha paralela para conferir depois.

O painel ao vivo, com faturamento do dia, comandas ativas, ticket médio, ocupação e vendas por hora.

O número do dia sem pedir para ninguém

Faturamento ao vivo, ticket médio, ocupação e o que mais sai. Você abre no celular no caminho de casa.

O celular do cliente depois de ler o QR da mesa, com o nome da casa, a mesa identificada e o botão de ver o cardápio.

O cliente pede sem esperar o garçom

Ele lê o QR da mesa, vê a foto, pede pelo próprio celular e acompanha a conta. Cai na mesma comanda, sem ninguém redigitar.

A tela de novo pedido de entrega, com a grade de produtos, a escolha entre entrega e retirada e o cadastro do cliente.

A entrega entra na mesma conta

Pedido, endereço, taxa e entregador num quadro só. O dinheiro que volta da rua bate com o caixa no fim do dia.

A agenda de reservas do dia, com quantas estão a confirmar, confirmadas, com mesa segurada e quem não compareceu.

A porta organizada

Fila de espera com aviso quando a mesa libera, e reserva por um link que você manda no Instagram ou no WhatsApp.

A base de clientes da casa, com contato, número de visitas, total gasto e a data da última visita.

O cliente deixa de ser um rosto só

Quantas vezes veio, quanto gastou, quando foi a última. Em cima disso rodam os pontos, o prêmio e o cartão presente, que o sistema aplica sozinho na comanda.

O que chegou para libertar

Duas mãos a mais, trabalhando para você

Recursos que realmente fazem o trabalho pesado, sem que você precise digitar nada a mais. O agente de IA responde perguntas e faz tarefas, e o WhatsApp da casa mantém a conversa com o cliente dentro do sistema.

Um braço direito que não dorme

Você pergunta em português e ele responde com o número na mão. Você pede, e ele faz, dentro do que o seu perfil já permite hoje.

  • Pergunte como se pergunta ao gerente. "Quanto saiu de chope essa semana?" e a resposta vem com a tabela do lado.
  • Mande fazer. "Lança essa nota no estoque." Ele mostra o que vai fazer e espera você confirmar.
  • Fotografe o cupom do fornecedor. Ele lê o papel e propõe a entrada, item por item.
  • De madrugada ele escreve o resumo da noite e deixa pronto para quando você acordar.

Ele não opera o PDV no lugar do garçom, não transmite nota fiscal e não mexe em preço sem a sua confirmação. Quem manda continua sendo você.

O WhatsApp da casa, dentro do sistema

A conversa com o cliente deixa de morar no celular de uma pessoa e passa a ser da casa, com histórico e com responsável.

  • Conexão oficial do WhatsApp Business. Sem ler QR Code de WhatsApp Web, que é justamente o caminho que faz o número da casa ser banido.
  • Caixa de entrada com dono. A conversa é atribuída a um colaborador, e fica registrado o que foi combinado com o cliente.
  • Aviso que o cliente lê. Pedido saiu para entrega, mesa liberou, reserva de amanhã.
  • A janela de 24 horas fica na tela. Dentro dela se responde livre; fora dela, só modelo aprovado. E isso aparece antes de você digitar.

O mesmo adesivo de QR da mesa passa a servir também para o cliente puxar conversa com a casa, já identificado.

O cuidado com a sua casa

O que fica trancado

Bar é dinheiro em movimento, com gente entrando e saindo da equipe. Nada disso aqui é detalhe técnico: é o que evita discussão no fim do mês.

  • O banco de dados é só seu. Cada casa tem o próprio. Os seus números não moram na mesma tabela que os do vizinho.
  • Endereço próprio. A sua casa entra por um endereço dela, e não por um acesso compartilhado com a plataforma inteira.
  • Perfil e alçada. Cada função enxerga o que precisa. O que passa do limite pede a autorização de quem tem alçada, na hora, na frente da pessoa.
  • Trilha de auditoria. Cancelamento, desconto e ajuste de estoque ficam com autor, hora e motivo.
  • Aguenta internet ruim. O pedido continua entrando e sobe sozinho quando a conexão volta.

Ninguém entra de casa

O colaborador pede acesso

Lendo o QR que aparece no caixa, ou digitando o CPF no próprio celular.


O gerente aprova

O pedido aparece na tela do caixa com um código curto, que o gerente confere antes de liberar.


Quem trabalha hoje está na casa hoje

Senha sozinha não abre o sistema de fora. E a entrada do dia seguinte, no mesmo aparelho, é bem mais curta.

A trilha de auditoria do sistema: uma linha para cada ação, com data e hora, quem fez, o que fez e o motivo.

A trilha de auditoria de um único dia de operação. Cada linha diz quem fez, o que fez e quando. É o que resolve a conversa de "eu não cancelei nada".

O acordo

Não é mais um sistema. É uma combinação.

O Libertário cresce junto com as casas que usam. Quem está no balcão pede, e o pedido entra numa fila de verdade.

Quem usa é quem decide

O que entra primeiro sai da conversa com os donos, e não de um plano fechado numa sala onde ninguém fecha caixa.

Nada de refém

Cada casa tem o próprio banco de dados, e o que está lá dentro é dela. Sistema não é jaula.

Crescer sem sugar o dono

O Libertário ganha quando a sua casa fica maior. No dia em que ele começar a viver às custas de quem o usa, perde a sua essência.

Por enquanto, entra quem é convidado

Não tem botão de cadastro aqui, e isso é de propósito. Cada casa que entra é montada antes do primeiro dia, com cardápio, unidades, impressoras e equipe prontos, e com gente por perto na primeira semana. Isso só dá para fazer bem com poucas casas por vez.

Se a sua casa já usa o sistema, o endereço é o dela. Ele chegou no e-mail que a equipe recebeu, e tem esta forma:

suacasa.libertario.app

Conheceu o Libertário pelo dono de outra casa? Peça para ele te apresentar.
É assim que avançamos.

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